salvador bahiaDe todos os santos, alegrias e encantos. Assim e Salvador, primeira capital do Brasil, Patrimônio Histórico da Humanidade, cidade de características e peculiares cujas ruas e praças já foram cantadas e versadas por grandes nomes da música e da literatura.

Veja o mapa de Salvador

Cobiçada desde a sua fundação, a cidade já despertava a atenção estrangeira não só pela localização privilegiada, mas, também, por sua exuberante riqueza natural.

A linha de construção militar, constituída por diversos fortes, reflete a necessidade de defesa contra ataques de índios, franceses, ingleses e holandeses nos dois primeiros séculos de existência.

Ao final do século 17, 14 fortes já faziam parte de São Salvador da Baia de Todos os Santos (nome original), dos quais ainda permanecem 11, hoje considerados patrimônios históricos e verdadeiros símbolos concretos de bravura da época da colonização.

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Terra de variados traços étnicos e culturais, Salvador respira história. O vasto patrimônio da cidade constitui um dos seus mais valiosos legados e agrega valores que atraem visitantes do mundo todo.

Casarões seculares, capelas, basílicas, igrejas, sobrados, palacetes, solares, parques e terreiros fazem de Salvador uma das cidades do mundo que mais preservam seus bens culturais, integrando, inclusive, a Organização das Cidades do Patrimônio Histérico Mundial.

De potencial singular e bastante diversos, esses atrativos turísticos são cartões de visita que transformam a visita em um momento inesquecível.

Como não citar a famosa Catedral Basílica, típica das igrejas luso-brasileiras, a Igreja do Nosso Senhor do Bonfim, principal monumento de fé do povo baiano, e a notável Igreja de Santo António da Barra? Sem dúvida, estas e outras edificações religiosas refletem o forte catolicismo que se faz presente na crença soteropolitana, que, mesclada às divindades e aos cultos do candomblé, torna a cidade ainda mais misteriosa, mágica e intrigante.

O que dizer, então, das ruas estreitas e tortuosas do Pelourinho, com seus museus de arte sacra e popular e construções dos séculos 17 ao 19, do imponente Porte de Mont Serrat e do tão aclamado Mercado Modelo com sua imensa variedade em artesanato?

Outros pontos de parada obrigatória são o Elevador Lacerda, que liga a cidade Alta e a Baixa, a Fundação Casa de Jorge Amado, instituição que propaga a cultura e literatura baianas, bem como os bairros da orla e às praias e ilhas da região.

Salvador da Bahia é isso. E muito mais quando se trata de conhecer a magia que envolve essa terra que combina passado e presente e mistura raças, cores, crenças e ritmos.

Conhecer Salvador e entrar nessa sintonia continua de festa, e envolver-se com a alegria que contagia e viver esse cotidiano singular. E, sem dúvida, desfrutar uma viagem única de aventura e, principalmente, de muito prazer.

Tabuleiro de Sabores

A culinária baiana e um capitulo a parte na história de Salvador. A mistura de hábitos alimentares ricos e exclusivos e resultado da mescla de conhecimentos de três etnias.

A mandioca e o milho foram plantados pelos índios, que produziam o pirão e as bebidas fermentadas como acompanhamento de peixes e animais de casa.

Com a vinda dos portugueses os moradores passaram a conhecer o bacalhau, a sardinha e os doces finos, enquanto os negros contribuíram com os sabores inconfundíveis da pimenta malagueta e do azeite de dende.

O festival gastronômico da Bahia remonta ao século 16, quando levas de escravos, de diferentes regiões da África, desembarcaram no Estado.

Aos poucos, as negras compradas nos pregões próximos ao Mercado Modelo conheceram o que já era consumido e adaptaram os pratos dos orixás ao gosto das sinhás.

Assim nasceu o caruru, uma adaptação do amalá, iguaria que compreendia a comida dos orixás que, acrescida de camarão seco, amendoim e castanha, tornou-se um dos pratos mais famosos da culinária baiana.

Pelo mesmo processo passaram os famosos bobó de camarão e munguzá.

As sobras do azeite eram transformadas em farofa pura ou misturada a banana-da-terra frita. Já o leite de coco era utilizado para temperar moqueca, ensopados e escabeches, enquanto o bagaço, misturado ao melaço de cana ou rapadura, rapidamente virava uma deliciosa cocada.

Mas nem todos os pratos sofreram influencia africana. Nos tempos em que a carne nobre era de consumo exclusivo dos senhores, aos habitantes da senzala restava apenas a carcaça.

Foi graças a criatividade e a necessidade do povo escravo que surgiu a suculenta feijoada, assim como o sarapatel e o mocotó, iguarias famosas que também carregam o toque especial do dende.

Hoje, o cardápio baiano reúne mais de 50 tipos de pratos diferentes, muitos deles típicos da senzala, cuja fama se deve, principalmente, a quitutes como acarajé, mocotó e os escaldados de caranguejo e ostra, entre outros vendidos nas praias, nos mercados populares e nas famosas barracas de rua.

Entretanto, como nem só de comida típica vive o povo baiano e Salvador e uma das metrópoles do Nordeste, restaurantes de cozinha internacional e de culinária regional brasileira, como gaúcha e mineira, também compõem esse atrativo tabuleiro de opções gastronômicas.

Bahia.ws é o maior guia de turismo e viagem da Bahia e Salvador.

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